O ar, ainda úmido pela chuva do dia anterior, balan?a o cabelo de Raisel enquanto a sensa??o do sereno noturno paira sobre a pele.
Poucos minutos se passaram desde que eles, o grupo, se separaram.
O garoto e o velho seguem rumo à entrada de Fyodor para se preparem.
Afinal, para encontrar Imoriel, seria preciso viajar em busca do seu paradeiro e refinar as habilidades é o primeiro passo.
Observando os arredores, o rapaz percebe rachaduras azuladas por toda à parte naquele gramado.
一 Isso é... o início da área da Ruína, né?
Com curiosidade, dirige a fala para o mentor que se encontra a poucos passos a frente.
一 Sim. A entrada tá logo ali.
Mais adiante, é possível ver uma enorme porta feita inteiramente de pedra. O tamanho dessa entrada é de aproximadamente cinco metros. Parece t?o grande mesmo estando distante.
Contudo, o mais impressionante é que n?o há nada atrás dela.
Um port?o vazio em seus arredores e, quanto mais próximo, mais frequentes s?o as danifica??es azuladas pelo solo.
Ao ficarem de frente para aquela grande entrada, o garoto sente um arrepio inteiro subindo pela nuca.
Ele se vira para trás, mas n?o avista nada além do gramado manchado em azul pelas reparti??es…
一 Como a gente vai entrar nisso? Parece que tá fechado...
Comenta o garoto claramente nervoso por n?o saber o que esperar.
一 N?o precisa ficar t?o preocupado... Fyodor já foi totalmente explorada e eu mesmo já vim aqui outras duas vezes.
Conforme prossegue falando, Yurgen se aproxima um pouco mais e encosta o palmo sobre a estrutura.
一 P?e a sua m?o também. Pra abrir é só expelir energia de perto. Toda Ruína funciona assim.
Ao ouvir aquilo, Raisel faz o mesmo com certo receio do que viria à seguir.
O velho emite a sua energia prateada como um pulso contra aquela porta.
Nesse instante, a constru??o pareceu acompanhar o fluxo daquela rajada como se a absorvesse.
Um brilho azulado se intensifica da aresta central, explodindo sobre mestre e discípulo.
De t?o perto, ambos s?o engolidos e ofuscados por aquele clar?o.
Abrindo os olhos pouco a pouco, o garoto observa algo completamente inesperado.
A perspectiva se afasta em uma velocidade estonteante revelando uma quantidade inestimável de ilhas voadoras de inúmeros formatos, tipos e tamanhos.
S?o tantas ilhas que os olhos n?o conseguiam captar completamente, se perdendo em meio a um nevoeiro denso ou nuvens.
一 A GENTE ENTROU?!
Boquiaberto com o cenário sob a vastid?o do céu entardecido, Raisel n?o sabe para onde olhar.
"Pássaros? Como eles entraram aqui?"
"Tem tantos lugares... Pra onde a gente vai?"
一 é. Esse é o interior de Fyodor, mas cada Ruína tem um interior diferente.
O homem ent?o come?a a andar para mais próximo da borda da pequena ilha em que eles apareceram.
Ao que tudo indica, esse peda?o de terra inicial servia apenas para suportar o port?o de entrada.
一 Antes de come?armos, vou te explicar como funciona Fyodor.
Encarando o horizonte, o velho aponta para lugares específicos.
一 Cada ilha aqui tem um clima diferente, mas n?o se limita só a chuva, rajadas e coisas assim. Existem algumas ilhas mais distantes que o senso de dire??o é alterado, outros que você se sente mais pesado e por aí vai.
一 Pra alcan?ar o Núcleo da Ruína, você precisa tra?ar a melhor rota até a última ilha. Eu já conhe?o o caminho mais seguro, ent?o a sua primeira tarefa é chegar lá.
一 N?o tenha medo das criaturas. Se for preciso, mate elas. Fuja delas. A sua sobrevivência só depende de você.
Durante o esclarecimento, Yurgen intercala o apontar para um peda?o de terra que ardia em magma e outro que escorria água sem parar das suas beiradas
para ilustrar a diversifica??o.
一 Ué... Ent?o eu vou sozinho?
Com um olhar estreito e um semblante neutro, o homem encara outro como se estivesse decepcionado.
一 Olha isso atrás de você.
Quando o menino vira, a vis?o dele escurece junto com uma pancada na nuca.
一 Velho desgra...
Os olhos dele se abriram repentinamente como um susto.
O que ele p?de ver s?o diversas árvores grandes que se estendem muitos metros para cima.
Os troncos s?o grossos, mas as folhas reclusas ao topo...
一 Urgh...
"Onde o vov? me deixou? Isso é dentro de Fyodor ainda?"
Já é de noite. Tudo estava escuro.
Ele se levanta e em seguida p?e a m?o na nuca acariciando aquela parte golpeada.
"Sobreviver e achar o Núcleo da Ruína... Essa ilha parece uma floresta, deve estar repleta de animais e outros monstros."
Caminhando pelo gramado, a vegeta??o desse lugar é estranhamente enorme.
"N?o vou conseguir ver nada nesse breu... Vou tentar mapear ao redor."
Raisel cessa os passos e respira fundo. A energia dourada pigmenta a silhueta dele e, como um relampago, se expande como um vácuo.
Dentro da mente, o contorno do que há próximo é registrado.
"Tem um pequeno lago mais na frente, árvores com frutas e um... acampamento?"
O pulso de energia se alastra por boa parte do local, mas n?o chega ao fim.
Abrindo os olhos, ele se encaminha até o abrigo vazio.
"Estranho... Eu devo ter visto quase tudo, mas n?o tem um único animal próximo..."
Deslizando os olhos com desconfian?a, um mau pressentimento o consome.
"Sinto que alguém tá me observando... Mas n?o tem ninguém por perto."
Alguns minutos se passam e o lugar de repouso está a passos de distancia.
"O céu aqui é bem parecido com o do mundo real... A única diferen?a é que tem só quatro estrelas. O que será que s?o Ruínas?"
Haviam muitas perguntas, mas nenhuma resposta.
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à direita, o lago sereno junto de uma área era mais aberta.
"Hm? Tem uma ilha irradiando trov?es lá na frente..."
O menino olha para o horizonte escolhendo seu próximo destino.
"é melhor ver de dia a próxima ilha... Aqui parece ser mais seguro apesar desse sentimento estranho."
Ao chegar no acampamento, o garoto se aproxima da fogueira.
"Completamente seca e queimada... Deve ter sido usada faz muitos anos."
O olhar se direciona até os caixotes, mas completamente abertos e vazios.
"As pessoas que estavam abrigadas aqui n?o devem ter usado todos os suprimentos... Foram saqueadas, talvez? Mas por quem?"
Afastando-se daqueles baús, ele vai até uma espécie de cabana de madeira nesse abrigo.
"Também é muito grande igual as coisas dessa ilha... Acho que eles n?o eram humanos."
Contudo, a vis?o periférica do rapaz percebe um vulto dentro do matagal junto com o som de uma serpente.
Imediatamente, ele se vira com o palmo apontado.
Emitindo uma esfera de luz como um projétil, foi clareando floresta à dentro até se perder.
"Nada... Bizarro..."
Entretanto, com isso Raisel percebe algo diferente.
"Ué... O espa?o aberto antes era maior, n?o?"
A floresta parece estar mais próxima.
O balan?ar das folhas n?o está em harmonia com as brisas. Os galhos rangem como um mau presságio.
Tal dessincronia ambiental, ganha contraste sobre a audi??o de Raisel.
Em um instante, o silêncio se perpetua enquanto ele se mantém imóvel.
Com os sentidos mais apurados,nota com excelência uma vibra??o que ecoa pela terra.
Movendo-se com velocidade à partir de um reflexo, o garoto se afasta enquanto uma raiz tenta capturar as suas pernas.
"Agora faz sentido o porquê de n?o ter animais aqui!"
Ao fundo, aquelas criaturas se revelam com a aparência das árvores frutíferas.
Com bocas tortas e olhos vazios, os seres passam a emitir sons de animais e pessoas.
一 SOCORRO!
一 ALGUéM ME AJUDA, POR FAVOR!
一 AAAAH! MINHAS PERNAS!
O tom das vozes é macabro. Grave como um velho rouco, mas com uma segunda sonoridade aguda como uma crian?a.
Após a emboscada falha, esses monstros arbóreos iniciam uma ofensiva com incontáveis galhos e raízes sendo balan?adas em dire??o a Raisel.
Agilmente, ele se esquiva por entre os golpes com acrobacias sucessivas.
A pancada daqueles chicotes contra o ch?o causa rasgos e fazem vácuos de vento poderosos.
Contudo, continuar com isso iria cansá-lo uma hora. Além disso, essas criaturas também permanecem a se aproximar e a cercá-lo junto dos sons bizarros.
"Merda... N?o tenho nada pra me defender ou atacar! N?o sei o qu?o resistente elas s?o!"
Em meio aos movimentos, ele vê o pequeno lago completamente aberto.
一 Droga!
Concentrando mais as for?as nas pernas, Raisel parte como um vulto até as águas. Superando em muito a velocidade daqueles golpes.
O corpo dele bate contra a superfície do lago e levanta gotículas para todos os arredores.
Com a respira??o presa, o garoto tenta iniciar um nado... Mas um outro perigo surge.
"N?O CONSIGO ME MEXER!"
Encarando as profundezas, pilhas de ossos de animais e humanoides preenchem esse espa?o.
"PORRA! POR QUE ESSA áGUA é T?O DURA!?"
Ele continua na tentativa de se debater, mas prosseguir nisso só iria desgastá-lo rapidamente.
Arregalando os olhos, um pouco de ar escapa das bochechas.
A aura dourada do Gewissen dele o envolve, mas ainda assim, n?o surte efeito.
"Eu vou... morrer aqui?"
O rosto dele bate contra as ossadas. Ele chegou ao fundo.
"Meu f?lego tá acabando... Tá t?o frio..."
A vista do rapaz escurece pouco a pouco.
一 Até lá!
一 Tchau, irm?oz?o Ray e tio Yurga!
一 T-Tomem cuidado!
As vozes de Carmen, Lavi e Lila ressoam pela mente dele.
Apertando os dentes, ele n?o podia desistir até o último segundo.
Com a for?a de vontade, a água desse lago come?a a se aquecer. A crescente da energia impulsionada pelas emo??es o fortalecia internamente e externamente.
Há poucos segundos era apenas um fortalecimento interno, mas assim que o Gewissen come?ou a transbordar, passou a ser utilizado como uma espécie de barreira.
Por mais que as roupas estivessem molhadas com o líquido, o peso insuperável de toda a água havia sido empurrado para trás.
Levantando-se com dificuldade devido às roupas encharcadas, o brilho dourado aparece irradiando por dentro das águas do lago borbulhante.
Agora, ele podia respirar.
O olhar determinado encara o topo.
“N?o tem como pular pra fora com toda essa água.”
"Foco... Se a minha energia tá funcionando contra isso, vou continuar até tudo desaparecer..."
Os joelhos dele cedem com sutileza.
Ao sentar sobre a ossada das vítimas anteriores, Raisel parece agoniado.
Os olhos fechados se voltam completamente para o interno. Na emo??o que faz o seu cora??o palpitar com tanta frustra??o.
Na ideia parece fácil, mas expor o corpo a essa quantidade de energia de maneira contínua traz sensa??es muito inc?modas.
O calor t?o grande causa suor.
Desse suor, uma gosma negra pouco a pouco toma conta da pele do garoto.
Manter uma respira??o lenta com um ritmo cardíaco t?o alto é doloroso.
Nesse sofrimento, os órg?os internos de Raisel parecem estar ardendo.
Absorto nessas sensa??es, horas se passam.
A única coisa que restava do antigo lago, era uma cratera.
Um vapor interminável subia para os céus.
O garoto no centro de todo esse nevoeiro volta a levantar cambaleante.
Ofegante, a respira??o descontrolada evidencia o grande esfor?o mental e emocional.
Em um balan?ar de bra?o, o vapor se dissipa.
A figura dele, por mais exausta, deveria seguir em frente.
Sem tempo para recupera??es e enrola??o, o olhar ambar de Raisel demonstra a sua vontade ardente.
"N?o posso… perder tempo... Preciso chegar ao Núcleo rápido e sair!"
Caminhando até a borda do lago, ele observa uma espada em perfeitas condi??es fincada ali.
Ent?o, antes de subir até a floresta das árvores monstros, o garoto vasculha esses restos mortais procurando mais recursos.
Ainda havia algumas pe?as de roupa e armaduras dos cadáveres. Equipamentos quebrados e outros mais inteiros.
De passo em passo, ele vai esmagando os ossos pelo ch?o.
Por mais que esses resquícios mortais fossem completamente desconhecidos, eles tinham histórias, vidas e, até mesmo, famílias.
Mas por que os seus finais se deram em um lugar como esse?
Em um salto ao chegar nas paredes, os pés esbanjam a sua solitude. A confian?a adquirida após reafirmar-se por horas.
Com um colete de couro, botas, manoplas, uma lan?a nas costas, uma espada em m?os e uma pequena bolsa na cintura à esquerda, Raisel se encontra pronto para continuar.
一 N?o fiquem no meu caminho...
Preparando a postura com a lamina, as árvores voltam a atacar.
Dessa vez, o menino corta os chicotes de raízes e galhos concentrando a energia na espada.
O refor?o com Gewissen evoluiu. Estava muito mais denso. Talvez por conta da clareza na sua determina??o, centrado em seu objetivo.
Com uma arma, essas árvores n?o passam de alvos ambulantes.
Ao cortá-las, elas nem sangue possuíam.
Os passos do rapaz v?o de um lado ao outro buscando a sua próxima vítima. Fatiando-as com um olhar de julgamento.
“Quantas outras pessoas vocês mataram? Quantos vocês empurraram pra aquele lago?”
O que resta delas s?o as carca?as de madeira que murcharam e as suas frutinhas avermelhadas.
O problema é a quantidade. N?o importa o quanto cortasse, mais e mais desses monstros aparecem.
Os sons bizarros das vítimas anteriores somem com o esvair da vida de cada um desses bichos.
Após determinado tempo nessa batalha sem fim, a fome de Raisel chegou em seu ápice.
Sentado sobre os restos desses monstros, ele encara um dos frutos em sua posse.
A espada, fincada sobre a pilha, sempre é mantida por perto.
"Será que eu como isso? Acho que n?o tem problema... A única coisa ruim eram as árvores... Né?"
Relutante, o est?mago ronca.
"Tsc! Que se dane!"
As bolinhas avermelhadas s?o levadas à boca.
Os olhos dele se arregalaram.
一 Que gostoso! é docinho!
Mastigando pouco e engolindo toneladas, ele passa a coletar essas frutas que foram esparramadas pelo ch?o.
Nesse ciclo de se mover matando as árvores monstros e coletando frutas, o céu da Ruína rapidamente se transforma em um amanhecer.
Após tanto tempo, ele finalmente chega de frente a uma grande criatura cuja aparência é de uma árvore envelhecida enorme.
一 Igual eu pensei... Pelo tanto, elas tinham que estar vindo de algum lugar!
一 Depois que eu matar você, eu vou pra próxima ilha!
Apontando a espada para o monstro, a fei??o com olhos esburacados e bocas distorcidas surgem naquela madeira desalmada.
一 HHHHWWWWWAAAAAR!
A árvore anci? urra em resposta e a batalha se inicia…
Com o tamanho dela, consequentemente deixa os ataques com as raízes mais perigosos, mas isso é tudo.
“Diferente do Líder dos Andarilhos, você n?o tem um pingo de dignidade ou consciência… Uma existência t?o vazia e triste… N?o consigo entender o porquê algo como você existe.”
“Apenas pra matar pessoas? Pra causar dor e sofrimento?”
Por cada vítima, Raisel desmembra os galhos e raízes dessa criatura. Por cada urro em dor que ela demonstra, menos piedade ele sente.
Talvez pela falta de simpatia, o garoto n?o carrega nenhuma amargura de eliminar algo como isso. Algo que vai contra o que acredita ser justo.
Na vis?o dele, as imagens do inimigo atual e do pilar azul se sobrep?em como lapsos.
Com facilidade, o monstro foi subjugado com um golpe que o partiu em dois pela horizontal.
A parte superior do tronco tombou para trás e saiu para fora da ilha.
Contudo, diferente do que se esperava, a árvore n?o despencou, mas sim subiu ao ponto de se perder no infinito céu de Fyodor.
一 Que?
Encarando esse acontecimento com um semblante pensativo, Raisel até que vê um sentido no que acabou de ver.
一 Ent?o é por isso que essas ilhas flutuam... E eu me preocupando à toa em como ir de uma ilha a outra...
Suspira junto do guardar da espada na bainha.
"Até que é interessante... A água aqui é invertida por causa disso? Ent?o o ar é como se fosse água e a água como se fosse ar?"
O garoto co?a a cabe?a.
一 N?o é bem isso, eu acho… Que complicado...
Aproximando-se mais da borda, Raisel encara o seu próximo destino logo acima: uma ilha que parece estar nevando e montanhosa.
"Observando o céu aqui mais vezes, eu notei que as ilhas n?o ficam paradas... Elas se movem e se entrela?am... Ent?o a posi??o delas deve mudar aleatoriamente..."
"Como eu vou saber qual é a última ilha?"
Entretanto, pela curiosidade, ele direciona os olhos para baixo.
"Estranho... Olhando pra cá, n?o tem tantas ilhas quanto pra cima..."
Estreitando o olhar, observa com dificuldade o port?o de entrada inicial.
"Hm... Aquele é o port?o de entrada? Ent?o n?o é ir em frente, mas sim subir... A última ilha deve ser a mais alta ent?o!"
Raisel sorri e se prepara para pular o mais longe que podia.
As panturrilhas saltam com a concentra??o de for?as.
Imediatamente, o corpo dele flutua após o impulso... Mas há um outro efeito inesperado: ele n?o consegue respirar!
"De novo isso!?"
Nadando com a máxima velocidade, ele n?o ia chegar a tempo caso continuasse... é muito longe.
"Tá... O que eu fa?o pra ir mais rápido?"
Ele simplesmente para ao ar e come?a a pensar numa solu??o com os bra?os e as pernas cruzadas.
O cabelo liso flutua como se estivesse submerso.
"Hm... T? com medo de transbordar energia e come?ar a cair... Espera... Cair?"
"A árvore flutuou por causa do peso... Acho que quanto maior é algo vivo, mais energia tem... Tinham pássaros voando quando cheguei..."
Co?ando o queixo, ele teve uma ideia.
Raisel fica de cabe?a para baixo.
Concentrando energia nos pés, ele come?a a subir.
"Mentira que isso deu certo... Ruínas s?o bizarras..."
Incrédulo, ele vai se endireitando até a ilha escolhida.
Dentro do clima gélido, no epicentro de um subterraneo, alguém se aquece ao redor de uma lareira.
Quais outros desafios aguardam o garoto?

